Clínicas de beleza e estética na Reforma Tributária: como se preparar e evitar surpresas fiscais
A Reforma Tributária chegou para mudar a forma como os impostos funcionam no Brasil e, naturalmente, isso tem gerado insegurança para quem atua com clínicas de beleza e estética, especialmente no caso de quem administra clínicas de beleza e estética na Reforma Tributária, onde as regras ainda geram muitas dúvidas. Em meio à rotina cheia de atendimentos, gestão de equipe, compras de produtos e relacionamento com clientes, é normal que surja a dúvida do que de fato muda para o negócio. Além disso, as novas regras prometem alterar não só os nomes dos tributos, mas também a forma de cálculo, a geração de créditos e o impacto direto no caixa. Na prática, isso significa que decisões que antes pareciam simples, agora exigem um pouco mais de atenção e planejamento. Por isso, entender com antecedência como se preparar deixou de ser uma escolha e passou a ser uma necessidade, principalmente se você é gestor de uma clínica de estética na Reforma Tributária, cenário que exige ainda mais cuidado com a carga fiscal e o enquadramento tributário ideal. Ao longo deste artigo, você vai descobrir o que muda com a Reforma Tributária, quais cuidados tomar desde já e como evitar surpresas fiscais que podem comprometer o crescimento da sua clínica. Leia também: Salão-parceiro ou CLT? Qual o modelo mais vantajoso para estruturar sua equipe de beleza O que muda na carga tributária das clínicas de estética com a reforma? Com a aprovação da reforma tributária, a forma como clínicas de estética recolhem seus impostos passará por mudanças significativas nos próximos anos. A principal novidade é a substituição de tributos como PIS, Cofins, ISS e ICMS por dois novos: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Na prática, isso significa que a carga tributária das clínicas de estética pode aumentar ou diminuir, tudo vai depender do regime atual, do volume de faturamento e da forma como os serviços são estruturados. Além disso, a forma de apuração será diferente, o que exigirá mais atenção ao emitir notas fiscais e calcular o repasse de tributos. Outro ponto importante é que o setor de estética, por prestar serviços considerados “não essenciais” na ótica fiscal, poderá enfrentar alíquotas menos vantajosas do que áreas prioritárias como saúde pública e educação. Leia também: Como funciona a retenção de impostos nos serviços de estética e saúde? Evite surpresas no seu caixa Simples Nacional continuará vantajoso para clínicas de beleza e estética? O Simples Nacional sempre foi a escolha de muitas clínicas de estética por oferecer uma tributação mais simples e unificada. No entanto, com a chegada da reforma tributária, é natural surgir a dúvida: esse regime ainda será a melhor opção? A boa notícia é que o Simples Nacional continuará existindo após a reforma. Porém, isso não significa que ele será automaticamente a alternativa mais vantajosa para todos. As mudanças nas regras e nas alíquotas de outros regimes podem tornar necessário reavaliar se continuar no Simples ainda é a melhor estratégia tributária. Além disso,…
