Vale a pena atuar como Pessoa Física ou Pessoa Jurídica?

Essa é uma dúvida muito comum entre as pessoas que já empreendem ou pretendem iniciar seu empreendimento. A maioria das pessoas começa como pessoa física pela maior simplicidade, para só depois, com o crescimento, constituírem uma pessoa jurídica.  Qual o melhor momento para abrir uma Pessoa Jurídica?  Profissionais de ocupação regulamentada costumam ter muito essa dúvida. Exemplos desses profissionais: médico, engenheiro, advogado, dentista, veterinário, professor, economista, jornalista, pintor, escritor, escultor, entre outros.  Quando não se tem uma Pessoa Jurídica constituída, os rendimentos recebidos de Pessoa Física estão sujeitos ao Carnê Leão, escrituração do Livro Caixa e sofrem a incidência de Imposto de Renda. A tributação da Pessoa Física pode chegar a 27,5%, que, comparado com a Pessoa Jurídica, é muito maior. O que é Carnê Leão e Livro Caixa?  Antes de continuarmos, irei explicar rapidamente o que é Carnê Leão e Livro Caixa: Carnê Leão é um aplicativo disponibilizado através do site da Receita Federal onde é emitida a guia de recolhimento mensal obrigatório do Imposto de Renda incidente sobre os rendimentos tributáveis recebidos de pessoa física e de fonte situada no exterior. Livro Caixa é relacionado, mensalmente, às receitas e despesas relativas à prestação de serviços sem vínculo empregatício pela pessoa física autônoma. Ou seja, ele controla sua saúde financeira, fazendo com que você fique em dia com a receita, evitando problemas futuros. O Livro Caixa é escriturado no programa Carnê Leão. Impostos para Pessoa Física Para começarmos a analisar, abaixo segue a tabela de incidência de Imposto de Renda para Pessoa Física.  Tabela do IR – Rendimento mensal  Base de cálculo Alíquota Parcela a deduzir do IRPF Até R$ 1.903,98 Isento R$ 0,00 De R$ 1.903,99 até R$ 2.826,65 7,5% R$ 142,80 De R$ 2.826,66 até R$ 3.751,05 15% R$ 354,80 De R$ 3.751,06 até R$ 4.664,68 22,5% R$ 636,13 Acima de R$ 4.664,68 27,5% R$869,36  Obs.: Quem recebe rendimentos de pessoa física até R$ 1.903,98 não tem incidência de Imposto de Renda. Mesmo assim, esses rendimentos deverão constar em seu Carnê Leão, apenas a título informativo. Por exemplo, para que possam ser importados para dentro de sua DIRPF (Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física). Impostos para Pessoa Jurídica Quando se constitui uma Pessoa Jurídica, pode-se adotar os seguintes regimes tributários: Lucro Presumido, Simples Nacional ou Lucro Real. O mais utilizado no Brasil é o Lucro Presumido e o Simples Nacional.  • Como a escolha do Regime Tributário pode impactar no futuro do negócio? No Lucro Presumido a tributação pode chegar até 16,33% (dependendo do percentual de ISS do seu Município).  No Simples Nacional as atividades são divididas em cinco anexos, dependendo de sua atividade sua empresa poderá ser tributada em anexos diferentes. • Anexo I (Comércio) começa a ser tributados com a alíquota de  4%,   • Anexo II (Indústria) começa a ser tributados com a alíquota de 4,5 %,   • Anexos III  e V (prestação de serviço) pode variar começando a ser tributado com 6% ou 15,5%. Essa diferença irá depender do fator R (relação da folha de salário com faturamento)  • Anexo IV (também de prestação de serviço): sua tributação começa com a alíquota de 4,5%.  Considerando somente os…

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Os principais riscos para quem quer empreender

Sabemos que empreender não é uma tarefa fácil. Podemos considerar mais desafiador ainda quando falamos sobre empreendedorismo no Brasil e ainda temos o fator pandemia ainda muito latente em nossa realidade. Contudo, aquela antiga e já tão conhecida frase que diz que se não tentarmos, nunca saberemos se vai dar certo, cabe perfeitamente ao falarmos sobre empreendedorismo. Se você quer e assume os riscos, por que não tentar? Os principais riscos para quem quer empreender Os maiores fatores de risco para quem quer empreender, sem dúvidas, é de o negócio não dar certo e perder dinheiro. No entanto, existem outros riscos a serem considerados, como: Risco de mercado, em função da crise econômica;Risco da concorrência;Risco tecnológico. Entretanto, dependendo do seu planejamento e nicho a ser trabalhado, os riscos podem, sim, valer a pena. Como correr riscos? Primeiramente, precisamos enxergar o risco sob uma ótica otimista. Caso algo não dê certo, procure tê-lo como uma oportunidade de aprendizado. Quando erramos, a tendência é buscar por alternativas estratégicas que não teríamos buscado em outra oportunidade. Inovar é algo que depende de colocar em prática ideias e planos de um jeito diferente. Sendo assim, ao buscar inovação, você certamente estará correndo um risco que pode ser amenizado quando existe planejamento. Como calcular os riscos? Quem deseja empreender e procura calcular os riscos do negócio, normalmente busca formas de amenizar os impactos desse risco para dar o próximo passo. Oportunidades e riscos são coisas que estão diretamente relacionadas. Os que assumem esse risco já tem um ponto positivo a ser considerado: a coragem. O empreendedor precisa ter uma perspectiva otimista sobre a visão de negócio. Ou seja, mais que enxergar o que você tem a perder, você precisa aprender a enxergar o que você pode ganhar empreendendo. Alternativas estratégicas Já sabemos que o risco existe, mas, como fazer para reduzi-lo ou amenizar o seu impacto? Essa análise vai dizer muito sobre o plano estratégico que você deve montar ao iniciar um negócio. • As vantagens de ser um pequeno empreendedor Em algumas situações, o custo para colocar em prática alguma alternativa, pode ser maior que o próprio risco. Nesse caso, você vai precisar avaliar a relação custo-benefício. Vale a pena correr o risco? Se você chegou até aqui, já deve ter entendido que empreender é correr risco. Portanto, para decidir iniciar um negócio, você precisa ser honesto com você mesmo para avaliar as reais condições necessárias para empreender. Caso você não tenha um perfil empreendedor, mas ainda assim deseja se tornar um, entenda que você pode aprender a lidar com as adversidades e desenvolver as habilidades necessárias. É importante ressaltar que o seu objetivo com o negócio tem que estar claro. Para isso, trace um planejamento estratégico conforme o que você pode fazer e com o que você pretende alcançar, considerando resultados, tempo, etc. Busque inspiração em histórias de outros empreendedores, afinal, a partir disso você também conseguirá aprender. No entanto, lembre-se sempre: você, a sua história e o seu negócio são únicos. Sendo…

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Como a escolha do Regime Tributário pode impactar no futuro do negócio?

Conhecer o Regime Tributário que a sua empresa está enquadrada é parte fundamental para o seu planejamento. Quando não há esse conhecimento, é comum que muitas empresas estejam enquadradas em regimes tributários errados e, por esse motivo, pagando mais impostos do que deveriam. Sendo assim, vamos entender no artigo de hoje como a escolha do Regime Tributário pode impactar no futuro do negócio. O que é Regime Tributário? Um regime tributário é o nome dado ao conjunto de leis que definem como um negócio vai pagar os tributos ao governo. No Brasil, temos basicamente três regimes tributários principais: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Para optar por um desses regimes, é indispensável um estudo tributário para avaliar qual é a melhor opção para diminuição da carga tributária. Como funcionam os Regimes Tributários? A escolha do regime tributário tem influência direta no planejamento e nos estudos do negócio. Portanto, para não cair em armadilhas, é interessante entender como funciona cada um dos modelos tributários. Simples Nacional O Simples Nacional é um modelo tributário exclusivo para micro e pequenas empresas. O principal objetivo dele é diminuir as burocracias e os custos de pequenos empresários, onde existe um sistema unificado de arrecadação de impostos. • O que o empreendedor precisa saber sobre o Simples Nacional? Dessa forma, o Simples Nacional permite que o empresário recolha todos os impostos, incluindo as esferas Municipal, Estadual e Federal através de uma guia única, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Nem todas as empresas podem optar por esse modelo tributário por diversos fatores como: faturamento, atividades, constituição societária e tipo de empresa. Sendo assim, antes de decidir optar pelo Simples Nacional, faça um estudo com um contador especializado para receber as melhores orientações e não cair em erros. Lucro Real O Lucro Real é um modelo tributário sobre o qual são calculados o IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido) com base no lucro real da empresa. Ou seja, para esse regime tributário são consideradas receitas menos despesas, com ajustes previstos por lei. Para os empreendedores que optam por ter os tributos calculados sobre esse modelo, é fundamental ter um controle sobre as rendas e as despesas do negócio. Afinal, assim é possível calcular o lucro e os tributos a serem pagos. Lucro Presumido Como o nome sugere, o Lucro Presumido é um modelo tributário baseado na presunção do lucro da empresa em determinado período.  Ele é considerado um regime tributário simplificado por permitir que a Receita Federal determine a base de cálculo do IRPJ e da CSLL com base nas receitas apuradas pela empresa. Os principais requisitos para que as empresas possam optar pelo Lucro Presumido é que o faturamento anual não ultrapasse R$ 78 milhões e que a empresa não opere em ramos específicos, como bancos e empresas públicas. Considerações finais Todo empreendedor, seja ele iniciante ou experiente, quer economizar no pagamento de tributos e impostos para aumentar sua margem de lucro. Por…

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MEI x Simples Nacional: Entenda as diferenças

Como empreendedor ou futuro empreendedor, você certamente já ouviu falar sobre o Simples Nacional e o MEI. No entanto, você sabe quais são as diferenças entre essas duas opções? Para formalizar o seu negócio, é fundamental entender o que difere cada um e em qual o seu negócio pode se enquadrar melhor. MEI x Simples Nacional: Quais são as diferenças? Faturamento A principal diferença entre o MEI (Microempreendedor Individual) e o Simples Nacional é o limite de faturamento permitido. Para a primeira opção, a empresa deve faturar ao ano, no máximo, R$ 81 mil. Já no Simples Nacional esse limite é maior, com R$ 4,8 milhões de faturamento anual. Como citamos, essa é apenas a principal diferença entre as duas opções. Sendo assim, vamos abordar quais são os outros pontos que merecem atenção para você que deseja formalizar o seu negócio escolhendo uma dessas duas opções. Abertura O processo de abertura e do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) para MEI é mais simples. Todo o processo pode ser feito online através do Portal do Empreendedor, não havendo custo. Após esse cadastro, o empreendedor precisa se direcionar até a Secretaria de Fazenda Municipal ou Estadual para conferir os trâmites da liberação do alvará de funcionamento. Dessa forma, será possível ter as inscrições municipal e estadual liberadas, além da emissão de notas fiscais. Para empresas do Simples Nacional o processo de abertura é um pouco mais complexo. Nessa opção, é necessária a elaboração de um contrato social, que deve ser registrado em cartório. Além disso, o empresário precisa fazer o requerimento do registro em alguns órgãos e deve arcar com alguns custos. Contratação de funcionários Outra grande diferença entre MEI e Simples Nacional é sobre a quantidade de funcionários que podem ser contratados. No caso do MEI, a contratação é permitida apenas para 1 funcionário CLT, cujo salário deve ser correspondido ao mínimo vigente ou o piso vigente da categoria em que o funcionário estiver enquadrado. Já no Simples Nacional não existe esse impeditivo. Podem ser contratados quantos funcionários a empresa precisar, sem que haja a obrigatoriedade de pagar somente valores salariais mínimos. Recolhimento de tributos Existe uma diferença considerável quanto ao recolhimento de tributos pelo MEI e pelo Simples Nacional. No MEI, o valor a ser recolhido é fixo, podendo variar entre R$ 56 e R$ 61, dependendo do segmento da empresa. Desse valor, R$ 55 são destinados ao INSS, o que dá o direito ao empreendedor do auxílio-doença, seguro maternidade e aposentadoria. Já no Simples Nacional, o valor a ser recolhido referente aos tributos pode variar de acordo com o faturamento mensal da empresa. Além disso, as alíquotas podem variar entre 4 e 15,5%, dependendo da atividade da empresa. Contabilidade Certamente você já ouviu falar que toda empresa precisa de um contador, não é mesmo? No entanto, o MEI é uma exceção. Quem é MEI pode optar por fazer o controle de registro de entradas e saídas sozinho, já que não é obrigado a apresentar relatórios contábeis, havendo a…

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O que o empreendedor precisa saber sobre o Simples Nacional?

Um dos regimes tributários mais procurados entre os empresários brasileiros, o Simples Nacional é um modelo de tributação que, sem dúvidas, pode oferecer muitos benefícios. No entanto, é importante entender detalhes sobre esse regime tributário para não cair em armadilhas. Como todo empreendedor que preza pela economia de tempo com burocracia busca facilitar processos, o Simples Nacional chama a atenção pela possibilidade de pagar todos os tributos municipais, estaduais e federais através de uma única guia. Vamos entender neste artigo quais são os prós e contras deste modelo tributário e pesquisar se essa é a melhor opção para a sua empresa. O que é o Simples Nacional? O Simples Nacional é um regime tributário disponível para micro (ME) e pequenas empresas (EPP), além do Lucro Presumido e Lucro Real. A inovação trazida pelo Simples Nacional gira em torno da possibilidade de realizar o pagamento de oito tributos das esferas municipal, estadual e federal através de uma guia única, chamada DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Esse regime tributário é composto por cinco anexos, onde os anexos III, IV e V atendem grupos de atividades de serviços, enquanto o anexo I os de comércio e o anexo II os de indústria. Os anexos do Simples Nacional são divididos em faixas de faturamento, ou seja, quanto mais a empresa faturar, maiores serão as alíquotas referentes aos impostos a serem recolhidos. É importante ressaltar que esse regime tributário possui um limite máximo de faturamento anual: R$ 4,8 milhões. Portanto, caso a empresa ultrapasse esse limite, deverá optar por outro modelo tributário. Quais são as vantagens do Simples Nacional? O Simples Nacional é, sem dúvidas, um regime tributário muito procurado e escolhido por empresas de diversos setores no Brasil devido às vantagens oferecidas. Listamos abaixo alguns desses benefícios: Redução da carga tributária (dependendo da atividade da empresa);Pagamento único de oito tributos referentes às esferas municipal, estadual e federal;Redução de obrigações fiscais;Redução de pagamento dos encargos referentes à folha de pagamento;Dispensa da contribuição de 20% do INSS patronal. Minha empresa pode optar pelo Simples Nacional? Apesar de chata, a resposta para essa pergunta é: depende. O Simples Nacional oferece muitas facilidades, no entanto, para optar por esse regime tributário, a empresa precisa cumprir algumas regras: Ser microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP);Exercer atividades previstas pela Lei Complementar nº 123/2006;Ter faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. A regra que mais gera dúvidas entre os empresários é quanto à permissão ou não de algumas atividades dentro do Simples Nacional. Sendo assim, é fundamental verificar as atividades não permitidas pela Lei Complementar nº 123/2006. Caso a atividade da sua empresa não seja permitida, um contador pode te ajudar a encontrar a solução através de um código alternativo do CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas). Quem não pode optar? Agora você já sabe quais são os pré-requisitos básicos para que a sua empresa seja optante pelo Simples Nacional. Contudo, é importante também entender o que não é permitido para aderir a esse regime tributário. •…

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Como acelerar o crescimento de micro e pequenas empresas?

Empreender é enfrentar diversos desafios para manter o negócio e também conseguir atingir o crescimento desejado. Para micro e pequenos empreendedores, esse desafio pode ser considerado ainda maior, pois fatores como gestão financeira e concorrência podem tornar esse processo ainda mais difícil. Para atingir um crescimento saudável de micro e pequenas empresas, alguns aspectos merecem uma atenção especial. Como destaque, podemos citar a conquista de novos mercados e o aumento de vendas. Como acelerar o crescimento de micro e pequenas empresas? Micro e pequenas empresas iniciam suas atividades, geralmente, abrangendo seu próprio bairro ou município e adjacências. Para crescer, é preciso explorar novas áreas de mercado para conquistar um espaço maior. Dessa forma, as chances do negócio crescer serão maiores. Concorrência É difícil conhecer um negócio que não tenha concorrência, certo? Como citamos acima, o estudo dos concorrentes do seu negócio é fundamental para que um crescimento seja atingido. Portanto, o estudo do que eles estão fazendo e o que o seu negócio pode oferecer de melhor é fundamental. Gestão financeira Outro fator que dita o crescimento ou não de um negócio são as finanças. Planejar é quase uma regra quando abordamos o mundo dos negócios. Sem planejamento, as chances de os processos desandarem são muito grandes. Com as finanças não é diferente, já que, para manter uma boa gestão financeira, o planejamento é primordial. • Como manter as finanças do negócio saudável em 2021? Através do planejamento financeiro você, como empreendedor, pode ter uma visão amplificada sobre os valores a receber e a pagar, as despesas, o capital de giro, etc. Por esse motivo, o planejamento, junto com o orçamento, pode evitar que a sua empresa se depare com problemas no futuro e que tenha um crescimento saudável. Estudo do mercado Assim como o estudo dos concorrentes é importante, você também precisa analisar o mercado para conseguir fazer diferente.  Para isso, busque entender o que o seu consumidor procura e transforme o que o seu negócio entrega em solução para essa dor. Nada é capaz de atrair mais clientes que um produto ou serviço diferente do que já é oferecido pelo mercado. A inovação é uma importante aliada nessa etapa de crescimento. Podemos citar exemplos de empresas como Nubank e Magazine Luiza, que conseguem até hoje atingir um patamar de crescimento cada vez mais alto graças também à inovação que oferecem. Considerações finais Apesar de não ser fácil, conseguir atingir um crescimento saudável para o negócio pode ser muito gratificante. Dessa forma, considere nossas dicas para aplicar na realidade do seu negócio pois, sem dúvidas, elas com certeza te ajudarão a atingir o objetivo desejado. O planejamento é primordial para alcançar metas. Além disso, ter uma organização de processos e uma boa gestão financeira são fatores que ditam como será o futuro do seu negócio. Caso você precise de ajuda para acelerar o crescimento da sua empresa, conte com a Valor Contabilidade.

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Os riscos da exclusão do Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime tributário que chegou para facilitar a vida de muitos empreendedores, sobretudo daqueles que são donos de micro e pequenas empresas. Contudo, existem alguns detalhes no Simples Nacional que ditam a permanência ou exclusão das empresas desse regime tributário. • O que é Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP)? Quando acontece o desenquadramento de uma empresa do Simples Nacional, pode ser feita uma solicitação de reenquadramento ou a opção por outro regime tributário, tal como o Lucro Presumido. Para que a sua empresa não seja excluída do Simples Nacional, vamos abordar nesse artigo alguns desses detalhes que podem causar essa exclusão. O que é a exclusão do Simples Nacional? A Receita Federal realiza, todo ano, uma análise de todas as empresas que estão enquadradas no Simples Nacional de modo a de identificar irregularidades ou descumprimento de alguma regra. Antes que a empresa seja de fato excluída do Simples Nacional, o órgão regulador envia uma notificação ao empreendedor listando quais são as irregularidades da empresa.  Com essa notificação, o empresário tem um prazo pré-determinado para que os problemas sejam corrigidos. Caso as irregularidades sejam resolvidas, a exclusão não acontece. Caso contrário, acontece o desenquadramento da empresa do Simples Nacional. Prazo para exclusão do Simples Nacional O prazo para exclusão do Simples Nacional acontece sempre no dia 31 de janeiro. Sendo assim, quando a empresa não tem suas pendências regularizadas até essa data, acontece a exclusão do regime tributário. Por que uma empresa é excluída do Simples Nacional? São vários os motivos que podem levar à exclusão de uma empresa do Simples Nacional. Entre as mais comuns, temos: Ultrapassar o limite de faturamento O limite de faturamento anual para uma empresa do Simples Nacional é de R$ 4,8 milhões, sendo: Até R$ 360 mil para Microempresa (ME);De R$ 360 mil até R$ 4,8 milhões para Empresas de Pequeno Porte (EPP); Atividade econômica não permitida Outro motivo bem comum entre os que excluem as empresas do Simples Nacional é exercer uma atividade econômica não permitida para esse regime tributário. Existe uma vasta lista de atividades que podem ser exercidas por empresas do Simples Nacional. No entanto, existem outras que não são permitidas, como é o caso de empresas que terceirizam o fornecimento e gestão de recursos humanos. Quando uma empresa opta pelo Simples Nacional e exerce uma atividade permitida e, posteriormente, muda o segmento, é preciso realizar as alterações necessárias junto aos órgãos responsáveis. Sócio Pessoa Jurídica As empresas que estão enquadradas no Simples Nacional podem ter somente sócios pessoa física, não sendo permitidas pessoas jurídicas. O empresário pode, inclusive, ter duas ou mais empresas optantes pelo Simples Nacional, desde que o limite de faturamento seja R$ 4,8 milhões, somando todos os seus empreendimentos. Minha empresa foi excluída do Simples Nacional, e agora? Quando uma empresa é excluída do Simples Nacional e possui irregularidades que não podem ser modificadas, a única opção é escolher outro regime tributário. Já quando as irregularidades são passíveis de alterações, é…

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O que é Sociedade Limitada Unipessoal?

Iniciar um negócio requer muitas vezes que o empreendedor entenda algumas informações básicas, como é o caso da natureza jurídica. No Brasil, existem diversos formatos jurídicos disponíveis. Há pouco mais de um ano foi regulamentada mais uma opção: a Sociedade Limitada Unipessoal. Neste artigo, vamos explicar o que é e quais são os benefícios da Sociedade Limitada Unipessoal para as empresas e também para os empresários. O que é Sociedade Limitada Unipessoal? A Sociedade Limitada Unipessoal, também chamada de SLU ou SUL, foi criada pela MP 881/2019. Esta medida, agora, já foi sancionada por lei. O principal objetivo da criação deste novo formato jurídico é simplificar a vida do empresário. É comum os empreendedores confundirem a Sociedade Limitada Unipessoal com a EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), haja vista que ambos formatos possuem algumas características semelhantes. Contudo, precisamos ressaltar que a principal diferença entre estes formatos jurídicos é que a SLU não exige que o empresário tenha um capital social de, no mínimo, 100 salários mínimos para abrir a empresa.  Dessa forma, a SLU facilita a vida do empreendedor no sentido de não obrigar a integralização de um capital social alto no momento da abertura da empresa. Uma semelhança entre os dois formatos é que ambas são de responsabilidade limitada. Ou seja, o sócio tem o patrimônio protegido, com a empresa respondendo de forma independente pelas duas dívidas. Quais são os benefícios da SLU? A Sociedade Limitada Unipessoal, quando comparada à EIRELI e EI (Empresa Individual), traz algumas vantagens para o empreendedor. Duas que se destacam são: Não existe valor mínimo para integralização do capital social;O sócio pode ter mais de uma empresa no mesmo formato. Saiba como abrir uma Sociedade Limitada Unipessoal Agora que você já entendeu o que é e quais são os principais benefícios da SLU, você precisa entender como abrir uma empresa neste formato jurídico. Para abrir uma empresa com essa natureza jurídica, o processo não é muito diferente das demais. Para formalizar uma SLU você vai precisar de: Assinatura do Contrato Social;Registro na Junta Comercial;Obtenção do CNPJ;Obtenção do Alvará de Funcionamento. Conclusão A Sociedade Limitada Unipessoal é uma natureza jurídica que chegou para simplificar a vida do empreendedor. Com ela, o empresário não precisa de um valor mínimo para integralizar o capital social e tem o seu patrimônio protegido. Dessa forma, a empresa responde pelas duas dívidas de forma independente, assim como acontece na EIRELI.  • Como a contabilidade pode ser fundamental na gestão do seu negócio? Para abrir uma empresa neste formato jurídico, o ideal é poder contar com a ajuda de um contador especializado no assunto para que não haja equívocos. Sendo assim, é possível fazer um estudo e um planejamento completo para o seu negócio.

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Como abrir um consultório médico?

Se você é médico ou médica e tem em mente a vontade de abrir o próprio consultório, saiba que essa é uma área promissora e que o empreendedorismo ganha força. Isso acontece porque é ofertado um tipo de serviço essencial e com demanda constante. Sendo assim, vamos explicar neste artigo como abrir um consultório médico. Desde as exigências do Conselho Federal de Medicina e da Vigilância Sanitária, o médico que decide abrir o próprio consultório tem também que ter outras responsabilidades com o negócio. O pagamento de impostos e a contratação de funcionários são alguns exemplos.  Confira nossas dicas para estruturar o seu consultório médico. Como abrir um consultório médico? Conforme já citamos acima, ter um consultório requer alguns conhecimentos e responsabilidades administrativas. Dominar a parte administrativa que envolve a gestão do negócio é fundamental para obter sucesso. Para cuidar desta parte, outro sócio do negócio pode ficar encarregado de administrar a gestão do consultório. Além disso, você pode também contar com o auxílio e expertise de um especialista no assunto, que é o caso do contador consultor. Plano de Negócios O primeiro passo para abrir um consultório médico é elaborar um plano de negócios completo para estudar as possibilidades e estrutura do negócio.  O plano de negócios é um documento que tem como objetivo concentrar todas as informações necessárias para que a empresa funcione corretamente. Nele, devem constar dados de recursos financeiros e recursos humanos, por exemplo. Os pontos de destaque do plano de negócios são: O que é o negócio;Onde o negócio estará localizado;Como é o mercado;Quem serão os possíveis clientes;Quem serão os fornecedores;Qual será o capital investido;Em quanto tempo o capital investido retorna. Localização Outro ponto de destaque para você abrir o seu próprio consultório médico é saber escolher bem o local. Por esse motivo, antes de alugar ou comprar um imóvel, é importante avaliar a demanda pelo serviço na região desejada. Vale ressaltar também que, dependendo da especialidade da sua clínica médica, você pode precisar de espaços específicos para instalação. Por exemplo, em casos de consultórios que realizam exames de diagnóstico, pode ser necessária uma sala inteira somente para alguns equipamentos. É importante adequar a sua clínica a todas as exigências necessárias para oferecer qualidade máxima nos serviços. Dessa forma, considere estudar as possibilidades e o que deve ser feito em casos específicos. Marketing Ao contrário do que muitos imaginam, investir em marketing para negócios não é somente fazer postagens nas redes sociais. Para que as ações sejam eficazes e o seu negócio possa estar mais próximo do seu público, é fundamental uma estratégia de marketing. As chances de um consultório médico que investe em marketing de alcançar mais pacientes e ganhar mais notoriedade é muito maior para os que não investem. Sendo assim, considere o marketing como parte fundamental para o sucesso da sua clínica médica. Documentos necessários para abrir um consultório médico Assim como acontece na abertura de empresas de outros segmentos, para abrir um consultório médico você precisa de alguns documentos específicos, como:…

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Como abrir uma empresa em São Gonçalo?

Como abrir uma empresa em São Gonçalo?

Muitos brasileiros têm o objetivo de conquistar a independência financeira através do empreendedorismo. Esse objetivo ganhou ainda mais força após as recentes crises econômicas do nosso país. Abrir uma empresa no município de São Gonçalo é uma alternativa para aqueles que desejam iniciar o próprio negócio. Por que abrir uma empresa em São Gonçalo? Se você, habitante da região metropolitana do Rio de Janeiro, quer entender quais são as vantagens de abrir um negócio em São Gonçalo, continue lendo o nosso artigo. O município de São Gonçalo tem uma população estimada em mais de 1 milhão de habitantes, o que o torna o segundo município mais populoso do Rio de Janeiro, ficando atrás somente da capital fluminense. Além disso, São Gonçalo é o décimo sexto município mais populoso do país. Sendo assim, devido ao grande número de habitantes, este município acomoda diversos tipos de comércios, como supermercados e lojas de departamento, por exemplo. Como abrir uma empresa em São Gonçalo? Assim como o processo de abertura de qualquer empresa em qualquer lugar do mundo, para abrir uma empresa em São Gonçalo, é imprescindível ter planejamento.  Vários documentos precisam ser providenciados, como alvarás, licenças e inscrições. Sendo assim, é essencial ter a ajuda de um profissional experiente em abertura de empresas para que não haja falhas no processo. Tipos de atividade O tipo de atividade a ser exercida pela empresa é um dos pontos que merecem mais atenção no momento da abertura. Basicamente, temos três diferentes segmentos: Comércio atacadista;Indústria;Prestação de serviços. Tipos de Natureza Jurídica Após providenciar todos os documentos necessários para abrir uma empresa e decidir qual atividade será exercida, precisamos escolher a Natureza Jurídica. Para isso, você pode fazer um estudo com um contador para avaliar a melhor opção para o seu negócio.  No Brasil, os formatos jurídicos mais comuns são: MEI (Microempreendedor Individual);ME (Microempresa);EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada);LTDA (Sociedade Limitada). Enquadramento Tributário Atentar-se à melhor opção do enquadramento tributário da empresa vai ser primordial quanto aos impostos a serem pagos. Sendo assim, mais uma vez, o suporte de um contador especialista para fazer um estudo tributário é indispensável. Algumas atividades permitem a escolha pelo regime do Simples Nacional, que oferece o pagamento mensal dos tributos através de guia única. Caso a atividade da empresa não permita essa opção, será necessário escolher entre outros dois regimes de tributação, o Lucro Presumido ou o Lucro Real. Documentos necessários Para dar início ao processo de abertura da empresa em São Gonçalo, os sócios deverão apresentar 1 cópia do comprovante de residência, 2 cópias autenticadas do RG e CPF e 1 cópia da folha do espelho do IRPF. Quanto aos documentos da empresa, é necessário apresentar somente 2 cópias do IPTU do imóvel e 2 cópias do Contrato de Locação ou Compra e Venda. Abra a sua empresa em São Gonçalo com a Valor Se você considera abrir o próprio negócio no município de São Gonçalo, conte com a Valor Contabilidade para te apoiar. Temos amplo conhecimento e experiência em aberturas…

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