Como o planejamento tributário impacta a gestão financeira da sua clínica?

A gestão financeira de uma clínica médica é uma tarefa desafiadora que requer uma abordagem estratégica. Em um cenário econômico em constante evolução e com regulamentações tributárias complexas, o planejamento tributário surge como uma ferramenta vital para o sucesso e a saúde financeira de uma clínica. 

Neste artigo, falaremos sobre o impacto do planejamento tributário na gestão financeira das clínicas médicas, destacando como as decisões inteligentes nessa área podem otimizar os recursos, reduzir custos e liberar capital para investimentos essenciais. Continue lendo!

O que é planejamento tributário?

O planejamento tributário é um conjunto de estratégias financeiras e legais utilizadas por indivíduos e organizações para otimizar a situação fiscal. Seu principal objetivo é minimizar a carga tributária, ou seja, reduzir os impostos pagos de forma legal e ética. 

O planejamento é feito por meio da análise cuidadosa das leis fiscais, identificação de benefícios fiscais, escolha de estruturas legais vantajosas e adoção de práticas financeiras que reduzam os encargos fiscais.

Há algumas formas de fazer um bom planejamento tributário, mas é fundamental entender que reduzir as cargas tributárias, não significa realizar evasões fiscais! Essa prática é ilegal e pode levar a penalidades graves. 

Logo, realizar o planejamento tributário ajuda sua empresa a minimizar cargas tributárias, economizar dinheiro e cumprir as obrigações fiscais. 

Como esse planejamento impacta as finanças da minha clínica?

O planejamento tributário oferece algumas vantagens nas finanças de uma clínica e vamos conhecê-las agora: 

I. Estratégias de redução de carga tributária

O planejamento tributário é fundamental para ajudar a clínica a identificar oportunidades para minimizar as cargas tributárias. Ele envolve a escolha do regime tributário adequado (Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido) e o aproveitamento de incentivos fiscais e deduções permitidas.

Para escolher a estrutura tributária adequada é preciso avaliar qual se adequa a realidade da clínica, ou seja, o porte do negócio e as operações que serão realizadas no empreendimento. 

Em relação a redução dos tributos, é possível analisar as oportunidades para deduções fiscais específicas disponíveis para profissionais de saúde, como médicos e dentistas.

Ao otimizar a estrutura tributária e aproveitar deduções, a clínica pode reduzir significativamente seus encargos fiscais, liberando capital para investimentos em equipamentos médicos avançados, treinamento de pessoal e expansão das instalações.

II. Controle de custos e fluxo de caixa

Um planejamento tributário eficaz não se trata apenas de reduzir impostos, mas também de gerenciar os custos e o fluxo de caixa da clínica. Ou seja, acompanhar cuidadosamente as despesas, otimizar os processos administrativos e alocar de forma eficiente os recursos financeiros. 

Um fluxo de caixa bem gerenciado permite que a clínica esteja preparada para pagar impostos e cumprir obrigações financeiras sem afetar a qualidade dos serviços prestados aos pacientes.

Além disso, também possibilita que a clínica possa adotar práticas financeiras inteligentes, como investimentos a curto prazo. Dessa forma, é possível maximizar o rendimento de seus fundos disponíveis e, ao mesmo tempo, cumprir suas obrigações tributárias.

III. Planejamento a longo prazo e investimentos

O planejamento tributário não deve ser uma medida apenas reativa, mas também proativa. Logo, é preciso considerar o planejamento a longo prazo e como as decisões financeiras atuais afetarão as obrigações fiscais futuras da clínica. 

Por exemplo, a aquisição de ativos, a expansão das instalações e investimentos em tecnologia médica podem ter implicações tributárias significativas.

Para ficar mais claro, pense no investimento em equipamentos médicos de última geração. Ele pode resultar em benefícios fiscais, como depreciação acelerada. 

Portanto, planejar esses investimentos de forma estratégica pode ajudar a clínica a minimizar sua carga tributária e ao mesmo tempo melhorar a qualidade dos serviços.

IV. Conformidade fiscal e penalidades

Cumprir as regulamentações fiscais é crucial para evitar penalidades e litígios. O não cumprimento das obrigações fiscais pode resultar em multas significativas e, em última instância, em problemas legais para a clínica e seus proprietários. 

Um planejamento tributário adequado envolve manter-se atualizado com as leis fiscais em constante mudança e garantir que todas as declarações fiscais sejam apresentadas corretamente e dentro dos prazos estabelecidos.

Um profissional especializado pode te ajudar nesse sentido e assegurar que todas as obrigações necessárias sejam cumpridas.

V. Parceria com profissionais especializados

Assim como falamos no tópico anterior, é altamente recomendável que os empreendedores busquem a orientação de profissionais de contabilidade ou consultores tributários especializados. 

Dada a complexidade das leis tributárias e a natureza específica das operações de clínicas médicas, ter esse apoio é fundamental. 

Eles podem fornecer insights personalizados e estratégias determinantes para garantir que a gestão financeira seja eficaz e esteja em conformidade com a legislação vigente.

Conclusão

O planejamento tributário desempenha um papel essencial na gestão financeira de uma clínica médica. À medida que elas buscam fornecer atendimento de alta qualidade e enfrentam desafios econômicos e regulatórios em constante evolução, o planejamento se torna ainda mais importante.

Logo, ao adotar um planejamento tributário sólido, as clínicas podem não apenas reduzir suas obrigações fiscais, liberando recursos valiosos para investimentos em infraestrutura e tecnologia médica avançada, mas também melhorar a eficiência operacional.

Além disso, graças ao planejamento tributário, os empreendedores também conseguem cumprir as regulamentações fiscais e evitar problemas.

Portanto, ao adotar esse conjunto de estratégias financeiras e legais, as clínicas médicas podem não apenas otimizar suas finanças, mas também melhorar a qualidade dos cuidados de saúde oferecidos aos pacientes, garantindo, assim, um futuro próspero e saudável.

Está precisando de ajuda para desenvolver o seu planejamento tributário? A Valor Contabilidade pode te ajudar! Entre em contato e garanta as melhores soluções para a sua clínica. 

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3 Dicas práticas para elevar o capital de giro em PMEs

Não deveria ser segredo para nenhum empreendedor o quanto manter o capital de giro positivo é vital para o sucesso de qualquer negócio. Afinal, este é o principal recurso utilizado para custos de funcionamento, como o pagamento de contas fixas (energia, aluguel, internet, salários, etc).

Você provavelmente já sabe bem disso e quer aprender como otimizar o seu planejamento a fim de conquistar um capital de giro mais confortável e obter melhores resultados para sua empresa (além de tirar a corda do seu pescoço). Não é mesmo? 

Então, siga a leitura deste conteúdo pois preparamos dicas práticas e eficazes que podem ajudar você a alcançar seus objetivos, com tranquilidade e segurança nas finanças.

PLANEJAMENTO É ESSENCIAL

Gastar menos do que se ganha é o primeiro passo. Parece tão óbvio, não é? Mas você já parou para pensar que isso inclui pagar suas contas mensais com o dinheiro que recebe pelos seus serviços? 

Um dos erros mais comuns entre empreendedores na gestão de recursos financeiros é justamente não planejar efetuar seus pagamentos com os valores recebidos, e acabam pagando com o que já possuem em caixa – impactando negativamente no seu capital de giro

Uma solução simples e transformadora para obter uma folga no seu caixa: programe as datas de pagamentos após as datas de recebimentos. Desse modo você vai poder utilizar os serviços prestados para bancar seus respectivos custos, encontrando um equilíbrio que lhe permitirá preservar um capital de giro mais volumoso e seguro.

CONTROLE DE CAIXA EFETIVO FAZ TODA A DIFERENÇA

Outro princípio básico, e muitas vezes negligenciado, é o controle de caixa: é preciso estar realmente atento às movimentações diárias, essa conferência auxilia na identificação imediata de alguma movimentação que possa estar saindo fora do planejado.

Ao controlar suas entradas e saídas com verdadeira atenção e cuidado, é possível identificar qualquer pendência (seja sua ou do cliente) e buscar solucioná-la o mais rápido possível.

Além disso, também se torna mais fácil identificar algum custo que possa ser revisto para otimizar o seu planejamento. Lembre-se que é muito importante procurar manter uma reserva, e o controle efetivo também viabiliza atingir esse objetivo, evitando gastos indevidos.

FLEXIBILIDADE E ESTRATÉGIA NAS SOLUÇÕES

Esse pode ser o pulo do gato para o sucesso financeiro da sua empresa mesmo em tempos de crise. Você foi cuidadoso com suas contas mas aconteceram alguns imprevistos que desestabilizaram seu capital resultando em dívidas?

Calma, isso pode acontecer e tem solução. Antes de sair correndo em busca de um empréstimo e gerar ainda mais dívidas, entre em contato com seus fornecedores a fim negociar suas pendências.

É possível prolongar prazos e até redefinir valores de contrato para ajustar suas contas de acordo com a realidade atual. Você se surpreenderá com a flexibilidade que pode encontrar junto aos fornecedores, principalmente com aqueles em que há um relacionamento de longa data. 

Ainda mais se você manteve o controle do fluxo de caixa com inteligência e honrou com todos os seus compromissos anteriormente, construindo um histórico de confiança junto aos fornecedores – eles saberão que se trata apenas de um momento turbulento e apostarão em manter um bom relacionamento com você.

O SUCESSO FUTURO DEPENDE DAS SUAS ESCOLHAS HOJE

Agora que você já sabe os segredos para conquistar um capital de giro saudável para sua empresa, pode começar a colocar essas ações em prática. Mas saiba que você pode procurar ajuda profissional para obter sucesso na sua contabilidade.

A Valor Contabilidade oferece uma gama de serviços para ajudar PMEs a encontrar soluções reais, seguras e viáveis para otimizar seu fluxo de caixa e, consequentemente, ampliar seu capital de giro com inteligência.

Confira as opções em nosso site, entre em contato e conte com a nossa ajuda para cuidar da saúde financeira do seu negócio. Vai ser um prazer lhe ajudar!

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Como organizar as finanças pessoais?

Sabemos que o tema Organização Financeira não é tão simples para uma boa parte da população. Ao meu ver, Organização Financeira deveria ser ensinado nas escolas, para que pudéssemos crescer sabendo como nos organizar e como organizar nosso querido dinheirinho.

Se hoje perguntarem quanto você gasta em média por dia, você saberá responder?

Você faz controle de tudo que entra (receita, rendimentos financeiros) e de tudo que sai (despesas) em um dia, mês ou ano?

Não sou organizada, não consigo ter esse controle. Como devo proceder?

A organização financeira vem através de exercícios diários. Precisamos adotar o hábito de anotar e organizar tudo, seja em planilha ou caderno, para que possamos desenvolver nossa própria educação financeira.

A partir de sua organização financeira será possível alcançar todos os objetivos de forma simples e clara, pois você conseguirá identificar a partir de qual momento poderá dar o pontapé inicial em um de seus principais objetivos através da análise de sua organização financeira, com ela poderá tomar decisões de curto e longo prazo.

De nada adianta fazer a organização financeira, seja da pessoa física ou da empresa, se a mesma não for constantemente revisada ou atualizada.

Através da organização financeira é possível identificar todos os seus gastos, receitas, investimentos, entre outros. A intenção da organização financeira é garantir ,de forma clara, que todas as suas receitas paguem suas despesas, que no final ainda sobre para você investir e usar consigo mesmo.

A palavra-chave para iniciar uma organização financeira adequada é DISCIPLINA.

Por onde começar minha organização financeira?

O primeiro passo é fazer um levantamento de todas as informações que compõe sua situação financeira: gastos fixos, gastos variáveis, dívidas atualizadas, saldo em conta bancária, saldo em investimento, quanto de dinheiro tem em mãos, qual o valor de sua renda fixa no mês. Enfim, levantar o máximo de informação possível.

Com todas as informações em mãos, é hora de verificarmos a real situação financeira seja de pessoa física ou pessoa jurídica.

Para quem está começando nessa vida de organização financeira, comece pelo modelo de organização mais simples, sem muita complexidade: receita menos despesa. No decorrer dos anos você consegue ir aprimorando essa organização e deixando-a mais detalhada. Logo, mais clara para seu entendimento.

• Adquira o hábito de anotar tudo, quando digo tudo é literalmente tudo. Exemplo: Cafezinho, água, mercado, doces, hortifruti, entre outros;

• Determine limite para todos os gastos (Exemplo: Receita de R$ 1.000,00 no mês, só posso gastar com roupas R$ 200,00, com salão R$ 100,00, com comida R$ 500,00, lazer R$ 150,00, com investimento/poupança R$ 50,00);

• Revise sempre que possível todos os gastos e receita, veja se tem algo a ser modificado ou que precise de mais atenção para que tente diminuí-lo;

• Evite pagar as contas em atraso, só assim não terá multa e nem juros;

• Faça investimento para objetivos separados de Pessoa Física e Pessoa Jurídica;

A organização financeira pode ser realizada através de planilha ou até mesmo caderno de anotações, o ideal é que seja um meio que você consiga acessar a qualquer momento e de qualquer lugar.

Eu recomendaria as planilhas feitas em Excel ou aplicativos de organização financeira, pois é possível acessar do computador, celular e abrir em qualquer lugar para incluir o novo gasto ou receita, sem precisar deixar para fazer em outro dia, porque tudo que você deixa para fazer depois e não anota acaba caindo no esquecimento.

Aprenda a lidar com o dinheiro

Não se deve poupar apenas por poupar, todo dinheiro guardado tem que ter um objetivo seja de curto ou longo prazo. Sabemos também que guardar dinheiro não é algo tão fácil, como diz o ditado: “Quem guarda, tem”.

Para te ajudar e auxiliar nesse processo, defina seus objetivos e quando precisará do dinheiro para atingi-lo, a partir daí comece a guardar o seu dinheiro para que consiga alcançar o tão esperado objetivo.

Algumas pessoas preferem guardar o dinheiro na poupança, dependendo do seu tipo de objetivo e se for um objetivo de curto prazo pode ser que deixá-lo na poupança não influencie tanto na sua saúde financeira.

Agora, se quer atingir um objetivo de longo prazo, por que não aplicá-lo? Só assim irá rendendo um valor x por mês até a época de utilizar o dinheiro aplicado em um de seus objetivos, além de ter o valor que você depositou todo mês, você ainda terá o valor a mais que foi rendendo em cima dos valores que você foi depositando, no final você irá retirar mais do que aplicou, contava com esse “dindin” extra?!

Abaixo apresento alguns aplicativos financeiros de controle pessoal para que possa começar uma boa organização financeira.

• GuiaBolso

• Minhas economias

• Organizze

• Mobills

• Meu dinheiro

• Finance

• Contas online

• Grana

A organização da Pessoa Jurídica deixe nas mãos de um ótimo profissional de contabilidade e de preferência um contador consultor que irá te auxiliar em todo processo.

Qual o melhor aplicativo para controle da saúde financeira?

Não existe um aplicativo ideal para lhe indicar, o ideal é você encontrar um aplicativo que se encaixe no seu perfil e que te facilite a mantê-lo sempre atualizado e passando a real situação financeira para você.

Agora, se você além de ter que organizar sua Pessoa Física precise organizar também sua empresa, comece imediatamente entendendo que são pessoas totalmente diferentes e que o patrimônio de uma, não deve ser fundido com a da outra. Você nunca deve utilizar o dinheiro da Pessoa Física na Pessoa Jurídica e nem da Pessoa jurídica na Pessoa Física.

Ao misturar pessoa física e pessoa jurídica você atrapalha na análise financeira nas duas pessoas, pois a partir do momento que você mistura, não é possível se mensurar a real situação tanto da Pessoa jurídica quanto da Pessoa Física.

Então, tudo que for Pessoa Física tem que ser pago através da Pessoa Física e tudo que for Pessoa Jurídica tem que ser pago através da Pessoa Jurídica.

O trabalho de não misturar pessoa física e pessoa jurídica começa primeiramente na MENTE, depois que você tem isso claro, tudo fica muito mais fácil.

O planejamento financeiro é seu maior aliado, ele irá te direcionar ao melhor caminho para alcançar seus objetivos. Sabemos que mantê-lo atualizado como já mencionado acima é uma questão de DISCIPLINA.

Espero ter ajudado e qualquer dúvida pode fazer contato comigo. Conte com a Valor Contabilidade sempre!

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Como conseguir um empréstimo empresarial?

Construir um negócio e fazê-lo crescer é o objetivo de todo empreendedor. Contudo, traçar metas e estratégias para atingir esse crescimento de forma saudável e inteligente é fundamental. Um empréstimo empresarial pode ser uma alternativa para auxiliar nesse momento tão importante de ascensão de qualquer negócio.

A busca por crédito para empresas é um assunto que ainda gera muitas dúvidas. Sendo assim, vamos esclarecer no artigo de hoje quais são os passos para conseguir um empréstimo empresarial e quais cuidados precisam ser considerados.

O que é o empréstimo empresarial?

Quando falta dinheiro, é ao empréstimo que algumas pessoas recorrem. Por esse motivo, essa é uma alternativa já conhecida pelos brasileiros.

É importante ressaltar que, assim como acontece com o empréstimo pessoal, o crédito para empresas é concedido para que o valor seja pago posteriormente com a incidência de juros. Dessa forma, vale analisar o valor a ser tomado como empréstimo e estimar em quanto tempo a sua empresa consegue pagar.

O que difere o empréstimo empresarial do empréstimo pessoal é que na maioria das vezes é feita uma análise sobre as informações da empresa. Nesse contexto, existem linhas de crédito específicas que avaliam a finalidade do uso desse valor.

Quando é interessante contratar um empréstimo empresarial?

Antes de mais nada, é essencial analisar o fluxo de caixa da empresa para verificar o que pode estar dando errado ou o que precisa ser suprido por um empréstimo. Sendo assim, é possível considerar ou não a contratação de um crédito empresarial.

As situações mais comuns que levam os empresários a contratar um empréstimo são:

  • Pagamento de passivos;
  • Aquisição de ativos;
  • Necessidade de fazer investimentos.

Como contratar um empréstimo empresarial?

Quando você fizer uma análise detalhada sobre as contas da sua empresa e, por fim, chegar a conclusão de que realmente precisa de um crédito empresarial, os próximos passos são:

Finanças pessoais

Apesar de ser um crédito para a sua empresa, o seu CPF também será analisado no momento da contratação do empréstimo. Como dono do negócio, o seu nome não deve constar na base do SPC ou Serasa.

Planejamento

O momento do planejamento antes da contratação do empréstimo para a sua empresa é essencial. Nesta etapa, você vai conseguir definir o valor necessário e mensurar os recursos necessários para o pagamento desse empréstimo.

• Como manter as finanças do negócio saudável em 2021?

Além disso, com o planejamento você pode ter uma ideia de em quanto tempo esse empréstimo será pago. Portanto, estude as possibilidades junto à instituição financeira.

Custo

Além da taxa de juros que o seu negócio vai precisar arcar caso contrate um empréstimo, é importante destacar que os bancos também costumam cobrar taxas administrativas. Portanto, estude quais e como são essas taxas e considere o CET (Custo Efetivo Total) como referência para aquisição de linhas de crédito.

Quais são as opções disponíveis?

Antes de contratar um empréstimo para a sua empresa, você precisa conhecer as linhas de crédito disponíveis no mercado. Com esse conhecimento, vai ser possível analisar melhor qual das opções se encaixa melhor à realidade do seu negócio.

Capital de Giro: Essa modalidade de empréstimo é destinada ao funcionamento da empresa. Ou seja, para custear despesas com folha de pagamento, despesas administrativas, compras de materiais, etc. 

Investimento Fixo: O empréstimo para investimento fixo tem a finalidade de custear as atividades ligadas à expansão da empresa. Portanto, serve para compra de equipamentos e utensílios e instalações e obras civis, por exemplo.

Investimento Misto: Esse tipo de empréstimo envolve a destinação aos investimentos. Ou seja, quando a empresa financia uma máquina e precisa de um empréstimo para compra de matéria-prima do produto.

O empréstimo para investimento misto tem a taxa de juro pré-fixada e há carência. Além disso, são exigidas garantias, como imóveis, por exemplo.

Considerações finais

Se você chegou até aqui e concluiu que precisa adquirir uma linha de crédito para o seu negócio, considere todas as informações passadas neste artigo para não cair em possíveis armadilhas.

Caso esteja com dificuldade de gerenciar as finanças do seu negócio, conte com o auxílio de um profissional capacitado. Dessa forma, juntos, vocês poderão projetar as melhores estratégias e cenários para o crescimento da sua empresa.

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Como a escolha do Regime Tributário pode impactar no futuro do negócio?

Conhecer o Regime Tributário que a sua empresa está enquadrada é parte fundamental para o seu planejamento.

Quando não há esse conhecimento, é comum que muitas empresas estejam enquadradas em regimes tributários errados e, por esse motivo, pagando mais impostos do que deveriam.

Sendo assim, vamos entender no artigo de hoje como a escolha do Regime Tributário pode impactar no futuro do negócio.

O que é Regime Tributário?

Um regime tributário é o nome dado ao conjunto de leis que definem como um negócio vai pagar os tributos ao governo. No Brasil, temos basicamente três regimes tributários principais: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

Para optar por um desses regimes, é indispensável um estudo tributário para avaliar qual é a melhor opção para diminuição da carga tributária.

Como funcionam os Regimes Tributários?

A escolha do regime tributário tem influência direta no planejamento e nos estudos do negócio. Portanto, para não cair em armadilhas, é interessante entender como funciona cada um dos modelos tributários.

Simples Nacional

O Simples Nacional é um modelo tributário exclusivo para micro e pequenas empresas. O principal objetivo dele é diminuir as burocracias e os custos de pequenos empresários, onde existe um sistema unificado de arrecadação de impostos.

• O que o empreendedor precisa saber sobre o Simples Nacional?

Dessa forma, o Simples Nacional permite que o empresário recolha todos os impostos, incluindo as esferas Municipal, Estadual e Federal através de uma guia única, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).

Nem todas as empresas podem optar por esse modelo tributário por diversos fatores como: faturamento, atividades, constituição societária e tipo de empresa.

Sendo assim, antes de decidir optar pelo Simples Nacional, faça um estudo com um contador especializado para receber as melhores orientações e não cair em erros.

Lucro Real

O Lucro Real é um modelo tributário sobre o qual são calculados o IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido) com base no lucro real da empresa. Ou seja, para esse regime tributário são consideradas receitas menos despesas, com ajustes previstos por lei.

Para os empreendedores que optam por ter os tributos calculados sobre esse modelo, é fundamental ter um controle sobre as rendas e as despesas do negócio. Afinal, assim é possível calcular o lucro e os tributos a serem pagos.

Lucro Presumido

Como o nome sugere, o Lucro Presumido é um modelo tributário baseado na presunção do lucro da empresa em determinado período. 

Ele é considerado um regime tributário simplificado por permitir que a Receita Federal determine a base de cálculo do IRPJ e da CSLL com base nas receitas apuradas pela empresa.

Os principais requisitos para que as empresas possam optar pelo Lucro Presumido é que o faturamento anual não ultrapasse R$ 78 milhões e que a empresa não opere em ramos específicos, como bancos e empresas públicas.

Considerações finais

Todo empreendedor, seja ele iniciante ou experiente, quer economizar no pagamento de tributos e impostos para aumentar sua margem de lucro. Por esse motivo, é importante contar com uma assessoria contábil preparada para orientar nas tomadas de decisão.

A Valor Contabilidade está aqui para te ajudar caso você esteja iniciando o seu negócio ou queira reavaliar o planejamento da sua empresa. Oferecemos a garantia do melhor suporte para você e o seu negócio para as tomadas de decisão.

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Como organizar a prestação de contas de um condomínio?

A prestação de contas de um condomínio é um assunto que ainda gera muitas dúvidas para síndicos e moradores. Em qualquer negócio, a transparência é fundamental, ainda mais quando falamos de condomínios.

O síndico precisa manter transparência sobre as contas do e condomínio e, conforme o Art. 1348, VIII do Código Civil, a prestação de contas deve ser entregue anualmente.

O que é a prestação de contas?

O principal objetivo da prestação de contas é mostrar toda a movimentação financeira do condomínio, por isso é de interesse sobretudo dos moradores ter conhecimento sobre essas informações.

Sendo assim, todas as entradas e saídas financeiras do condomínio devem ser devidamente registradas e essas informações precisam estar disponíveis para todos os condôminos.

Para esse controle, devem ser declarados:

  • A reserva financeira do condomínio;
  • Quais são as receitas;
  • Quais são os consumos;
  • Planejamento para possíveis gastos e necessidades.

Quando a prestação de contas deve ser realizada?

A prestação de contas de um condomínio deve ser realizada pelo síndico ou administrador durante a assembleia geral. Portanto, toda a estruturação do documento precisa ser feita por ele.

Os moradores e os subsíndicos do condomínio (caso tenha) podem auxiliar o síndico no desenvolvimento desses documentos.

Algo que também pode ajudar na prestação de contas do condomínio é poder contar com uma contabilidade especializada.

• Os benefícios de uma contabilidade personalizada para condomínios

Gestão financeira dos condomínios

As finanças dos condomínios é, sem dúvidas, um assunto que gera conflitos e dúvidas. A prestação de contas do condomínio é de responsabilidade do síndico, que deve apresentar os documentos financeiros e fiscais para qualquer condômino quando for solicitado.

É comum existir despreparo por alguns gestores para prestar as contas corretamente. Portanto, contratar uma contabilidade especialista em gestão de condomínios assegura a organização das finanças e assinatura dos demonstrativos contábeis.

Gerir as finanças de um condomínio é uma tarefa complexa e delicada, pois envolve recursos de vários condôminos, que por sua vez querem ver o retorno. Sendo assim, garantir que essa gestão seja a melhor possível por um contador pode tirar um peso das costas do síndico.

Conclusão

A transparência é um fator primordial para que o síndico preste as contas do condomínio. Existe uma responsabilidade muito grande para o síndico ou administrador sobre cuidar das finanças do condomínio.

Essa responsabilidade pode ser compartilhada com um contador especializado em condomínios, pois ele poderá auxiliar na gestão financeira e na estruturação e elaboração de todos os documentos envolvidos na prestação de contas.

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Como precificar corretamente o meu produto?

Ao iniciar a jornada empreendedora, muitos falam sobre como você deve oferecer o seu produto ou serviço, sobre a gestão do negócio, etc. Contudo, existe um ponto que também merece uma atenção especial: a precificação.

O objetivo principal de qualquer negócio é vender, mas, como saber o valor justo a ser cobrado pelos meus produtos ou serviços? Ninguém quer oferecer preços abusivos, mas quer obter lucro. Sendo assim, como posso definir os meus preços?

O que é preço de venda?

O preço de venda nada mais é que o valor a ser cobrado aos seus clientes para adquirir o seu produto ou serviço.

Esse preço deve ser pensado no lucro do negócio, ou seja, ele precisa cobrir os custos de produção, as despesas com a venda e também a porcentagem de lucro que você deseja obter para o seu negócio.

Ou seja, antes de determinar o preço de venda, precisamos colocar na ponta do lápis todos os custos e despesas necessários para produzir o que vai ser vendido. 

Com essas informações em mãos, você consegue detalhar o valor total com os custos e, assim, determinar a porcentagem de lucro que deseja alcançar. A partir disso, é possível determinar o preço de venda. 

O que são custos e gastos?

Antes da formação do seu preço de venda, você precisa entender alguns conceitos básicos que envolvem todo o universo que envolve a precificação. Sendo eles:

  • Custos: são todos os gastos necessários para a produção de uma mercadoria, ou seja, mão de obra, depreciação, aquisição de mercadorias, juros, taxas e impostos.
  • Gastos: são as saídas financeiras da empresa, podendo ser separados em investimentos, custos e despesas.

Por mais que muitas pessoas tenham uma visão negativa sobre os gastos e os custos, precisamos enxergá-los como algo bom para o negócio, afinal, são investimentos que poderão render frutos no futuro.

O que é lucro?

Como citamos acima, o objetivo de qualquer negócio é obter lucro. O lucro nada mais é que a diferença entre a receita de venda e os custos e despesas envolvidos na produção. Sendo assim, o lucro é um benefício econômico, tal qual a empresa consegue alcançar através de uma operação financeira, como as vendas.

• Como calcular um potencial de lucro?

Como calcular o preço de venda?

Para calcular o preço de venda justo para o seu negócio, você precisa analisar todos os custos e despesas. Dessa forma, você consegue calcular o investimento necessário para que a sua empresa produza os produtos que deseja ofertar.

Com esse valor em mãos, você pode acrescentar a porcentagem que lucro que acredita ser ideal para o seu negócio. Ao final, chegamos ao seguinte cálculo:

Preço de venda = custos + despesas + lucro

Um exemplo prático:

Custos:

Mercadoria = R$ 30,00 (1 unidade)

Fixo / Quantidade de produtos = R$ 500,00 / 20 = R$ 25,00

Variável = R$ 3,00 (embalagem)

Lucro

100% de lucro = R$ 58,00

Preço de venda = R$ 116,00

Por que preciso calcular o meu preço de venda?

Calcular o preço de venda do produto é um dos passos mais fundamentais para qualquer negócio. Saber tornar o preço do seu produto competitivo e justo diz muito sobre como os consumidores vão agregar valor ao seu negócio. Portanto, não ignore essa etapa.

Se você ainda ficou com alguma dúvida sobre como precificar o seu produto, conte com a Valor Contabilidade!

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Como organizar a gestão financeira de uma clínica?

Sabemos que a gestão financeira é um dos principais pontos que garantem o sucesso de qualquer negócio. O mesmo podemos considerar para as clínicas, que também precisam de um bom gerenciamento das finanças para conseguir se manter.

Apesar de o desafio ser grande para médicos e dentistas, conhecer e entender as finanças da própria clínica vai dizer muito sobre como será o futuro do negócio. Sendo assim, vamos abordar no artigo de hoje a melhor maneira de organizar a gestão financeira de uma clínica.

Pessoa Física x Pessoa Jurídica

Essa é uma regra básica que já conhecemos há muito tempo. No entanto, é comum alguns empreendedores ainda pecarem na relação entre contas de pessoa física e pessoa jurídica. 

A separação das duas contas evita muitos problemas, por exemplo, a retirada indevida da conta da clínica. Dessa forma, é possível manter o controle dos ganhos e gastos da empresa e suas, separadamente.

Planejamento

O planejamento é a chave para atingir sucesso em qualquer tipo de negócio, no caso das clínicas não é diferente. 

Manter um planejamento financeiro a curto, médio e longo prazo te ajudará a enxergar as melhores saídas para as tomadas de decisão de maneira mais assertiva.

Dessa forma, você pode conseguir aumentar os investimentos da sua clínica, negociar contratações e serviços e ainda conseguir aumentar o fluxo de pacientes. Seu negócio só tem a ganhar com um bom planejamento.

Custos Fixos

Para o bom funcionamento de uma clínica, são necessários alguns itens que compõem o que chamamos de custos fixos. Contudo, é importante saber reduzir esses custos ao máximo para ter uma folga nas finanças da sua clínica.

Uma negociação com os fornecedores de água, luz, telefone e internet, por exemplo, pode ser válida. No caso de telefone e internet, podem existir combos que saem menos custosos para o negócio e ainda assim os serviços continuam funcionando.

Inadimplência

A parceria entre paciente e clínica não pode ser estremecida, ao mesmo tempo que o seu negócio precisa manter as contas em dia. Com isso, é essencial estar disposto a entender a situação na totalidade para que sejam oferecidas opções cabíveis. 

• Como cobrar clientes inadimplentes?

As inadimplências devem ser analisadas individualmente, pois cada contexto requer uma estratégia.

Quais possibilidades podem ser oferecidas?

  • Negocie as dívidas de modo a não atrapalhar o fluxo de caixa;
  • Parcele as dívidas para que sejam pagas em mais vezes;
  • Facilite o pagamento.

Automatização

A integração das finanças da sua clínica com um sistema de gestão financeira pode agregar muito nesse gerenciamento. Com a automatização financeira, você pode:

  • Controlar melhor as suas receitas;
  • Controlar melhor as contas a pagar;
  • Gerenciar as despesas da clínica;
  • Acompanhar o fluxo de caixa;
  • Controlar os pagamentos efetuados através de cheque ou cartão.

Considere essas dicas para melhorar o desempenho financeiro da sua clínica. Dessa forma, você vai conseguir ter uma visão macro de todos os ganhos e gastos do seu negócio, além de controlar melhor o fluxo de caixa.

Se você precisa de ajuda para melhorar a gestão financeira da sua clínica, conte com a Valor Contabilidade nessa importante etapa.

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Como calcular um potencial de lucro?

Sabemos que, ao empreender, são necessários alguns requisitos básicos do empreendedor para garantir o sucesso do negócio, como coragem, conhecimento e força de vontade. No entanto, mais do que isso, o empreendedor precisa também de um pouco de raciocínio e bom senso para conhecer o potencial de lucro da sua empresa.

O lucro é um dos principais indicadores de sucesso do negócio. Por esse motivo, a atenção para esse fator é mais que fundamental para manter a empresa em ascensão.

Dessa forma, no artigo de hoje, vamos explicar como deve ser calculado um potencial de lucro e quais fatores precisam ser considerados. Além disso, você vai entender também o motivo pelo qual é tão importante conhecer o lucro do negócio.

O que é potencial de lucro?

O potencial de lucro, também chamado de potencial de rendimento, é o cálculo da diferença entre as receitas e as despesas do negócio. 

Se a empresa tiver que faturar R$ 600,00 por dia e também tiver que, durante o mesmo período, pagar R$ 400,00 aos colaboradores, o seu potencial de lucro é de R$ 200,00 por dia.

Obviamente que esse cálculo é apenas uma projeção, não sendo possível prever o comportamento dos consumidores e do mercado com exatidão. Contudo, quanto mais aproximado for este cálculo, melhor para a empresa evitar problemas futuros.

Para calcular o potencial de lucro, você vai precisar responder algumas perguntas fundamentais, como:

Qual é a demanda pelo seu serviço e/ou produto a longo prazo?

Como sempre costumamos falar, antes de iniciar um negócio, é imprescindível realizar uma pesquisa de mercado detalhada para entender quais são as necessidades do mercado e dos consumidores. 

Dessa forma, é possível compreender se o seu negócio terá público para vender e, sobretudo, se eles terão dinheiro para pagar pelo seu produto e/ou serviço.

É importante enfatizarmos que o dono do negócio precisa ser paciente para ver o lucro da empresa. Caso o negócio tenha potencial, mesmo não obtendo lucro nos primeiros meses, as chances de prosperar a longo prazo são grandes.

Você conhece os seus concorrentes?

Durante essa pesquisa de mercado, você precisa também conhecer quem são os seus principais concorrentes. Essa pesquisa mostrará se você está navegando em um oceano azul ou vermelho.

Conheça os seus concorrentes como ninguém e trace estratégias para oferecer o seu produto e/ou serviço para o público de maneira melhor que eles.

Você conhece os seus clientes?

Quando elaborado um plano de negócios ao iniciar um empreendimento, um dos principais pontos é o estudo do público-alvo da sua empresa. Se você não conhecer os seus clientes, de nada adianta estratégias vazias que dificilmente surtirão efeito positivo.

Você precisa saber para quem vai vender o seu negócio, pois isso é tão importante quanto a venda em si. 

Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

Para encontrar o seu negócio como solução, os clientes não cairão do céu. Além das famosas indicações, você vai precisar de um investimento para que o seu negócio se torne visível para o público que você quer atingir.

Esse investimento pode ser feito através de propagandas, comerciais, panfletos e até mesmo através de um profissional de mídias sociais. 

O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) é o cálculo dessa diferença entre o que é investido para cada cliente e o que esse cliente pode gerar de retorno para a sua empresa.

Redução de Custos

Certamente você já ouviu falar que o negócio que não gera lucro, gera prejuízo. Isso acaba sendo ainda mais latente para quem está iniciando uma empresa, pois acaba sendo o momento de buscar reduzir os custos para não colocar tudo a perder.

Para buscar essa redução de custos, vale a pena apostar em sistemas de controle financeiro.

• Revolucione o controle financeiro da sua empresa

Com as finanças do negócio descomplicadas e afrouxadas, o empreendedor consegue se dedicar sobretudo na entrega de valor ao cliente através do seu negócio.

Conclusão

Calcular o potencial de lucro da empresa pode ser, aparentemente, um processo longo e cansativo. Contudo, é fundamental para que você não coloque os pés pelas mãos e evite problemas futuros para o seu negócio.

Se você precisa de ajuda para entender e calcular o potencial de lucro da sua empresa, conte com a Valor Contabilidade.

Continue lendoComo calcular um potencial de lucro?

Como manter as finanças do negócio saudável em 2021?

Empreender no Brasil é um desafio e tanto, ainda mais quando falamos sobre manter a saúde financeira do negócio. As burocracias que o empreendedor se depara ao longo do caminho pode ser considerado um dos maiores problemas que envolvem o financeiro do meio empresarial.

Como entendemos a dificuldade dos empreendedores sobre como manter as finanças do negócio saudável, separamos algumas dicas para te ajudar na gestão financeira da sua jornada empreendedora. Confira a seguir.

Planejamento Financeiro

Planejar é quase uma regra quando abordamos o mundo dos negócios. Sem planejamento, as chances de os processos desandarem são muito grandes. Com as finanças não é diferente, já que, para manter uma boa gestão financeira, o planejamento é primordial.

Através do planejamento financeiro você, como empreendedor, pode ter uma visão amplificada sobre os valores a receber e a pagar, as despesas, o capital de giro, etc. Por esse motivo, o planejamento, junto com o orçamento, pode evitar que a sua empresa se depare com problemas no futuro.

Pessoa Física x Pessoa Jurídica

Como sempre falamos por aqui, a separação patrimonial da pessoa física da pessoa jurídica é um dos pontos mais importantes para obter sucesso financeiro.

É muito comum empreendedores misturarem as despesas pessoais com as despesas empresariais. Além de ser errado, essa mistura causa grande confusão nas contas e pode gerar muitos problemas futuros.

Portanto, priorize a separação dos patrimônios pessoais e empresariais, visando garantir o controle financeiro total do seu negócio. 

Reserva de Emergência

Caso você já seja empreendedor, sabe que existem períodos onde o lucro pode ser mais baixo e as contas podem entrar no vermelho. Por esse motivo, a reserva de emergência para a sua empresa é um grande aliado para manter a saúde financeira.

Este fundo de emergência serve para que, mesmo em períodos complicados, a sua empresa consiga arcar com as despesas básicas para o seu funcionamento, como aluguel e folha de pagamento, por exemplo.

O indicado é que essa reserva esteja garantida para, pelo menos, 3 meses de “sobrevivência” do negócio.

Desempenho financeiro

Além de todo o trabalho citado nos tópicos anteriores, o empreendedor também precisa analisar o desempenho financeiro da empresa.

• A margem de lucro ideal para o seu negócio

Para essa análise, existem relatórios como a DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) e o Balanço Patrimonial, que são de responsabilidade do contador. 

Conhecer detalhadamente as finanças do negócio ajuda nas tomadas de decisão. Portanto, nada de deixar o controle financeiro da sua empresa atrasado. Mantenha uma boa saúde financeira para o seu negócio, isso é com certeza um ponto imprescindível para o sucesso.

Continue lendoComo manter as finanças do negócio saudável em 2021?