Reforma Tributária para médicos em 2026: o que vai mudar na carga de impostos

A discussão sobre a Reforma Tributária para médicos em 2026 já começou a preocupar muitos profissionais da saúde. Afinal, com as novas regras previstas para entrarem em vigor em breve, é natural surgir a dúvida: como a carga de impostos vai mudar na prática para quem atua como pessoa física ou jurídica na área médica? A verdade é que o cenário tributário no Brasil passará por uma transformação significativa, e os médicos precisam entender o que muda para evitar surpresas no bolso. Ao longo deste artigo, vamos explicar de forma clara como a Reforma pode impactar seus rendimentos, qual será o papel do novo sistema de impostos e como se preparar desde já para seguir atendendo com segurança e estabilidade financeira. Leia também: Simples Nacional e Reforma Tributária: o que os psicólogos precisam saber Afinal, o que muda na carga tributária para médicos com a Reforma Tributária em 2026? Com a chegada da Reforma Tributária, muitos médicos precisarão rever sua forma de atuar e pagar impostos em 2026. A proposta traz uma mudança significativa no sistema atual, que será substituído por um modelo mais simplificado, mas nem sempre mais barato. A principal novidade é a criação de dois tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que unifica PIS e Cofins, e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que substitui ICMS e ISS. Esses novos impostos terão alíquotas únicas e não cumulativas, o que muda completamente a lógica da tributação atual. Na prática, isso significa que médicos que hoje atuam como pessoa jurídica, principalmente no Simples Nacional ou Lucro Presumido, poderão ter um aumento ou diminuição de impostos, dependendo do faturamento, regime escolhido e estrutura da empresa. Além disso, os atendimentos que antes tinham alíquotas diferenciadas ou isenções em alguns municípios podem deixar de contar com esse benefício. Por isso, é fundamental acompanhar de perto as mudanças e fazer projeções personalizadas para entender o impacto real da Reforma. Leia também: Reforma Tributária para área da saúde: o que muda na carga tributária a partir de 2026? Quais regimes tributários serão mais vantajosos com a Reforma? Diante das mudanças previstas para 2026, uma dúvida começa a ganhar força entre os profissionais da saúde: qual será o regime tributário mais vantajoso para médicos após a Reforma? A resposta, porém, não é única, porque o impacto depende da forma de atuação de cada profissional. Por exemplo, quem exerce a medicina como pessoa jurídica e tem faturamento mais elevado pode ver mudanças no Lucro Presumido, já que a unificação de impostos tende a alterar o cálculo atual. Em alguns casos, o valor pago pode aumentar, especialmente para clínicas com poucos custos dedutíveis. Por outro lado, médicos enquadrados no Simples Nacional podem continuar com vantagens, principalmente os que se mantêm dentro dos limites de faturamento e têm folha de pagamento bem estruturada. No entanto, será preciso observar se as novas alíquotas e regras de enquadramento ainda valerão a pena nos próximos anos. Já o Lucro Real, embora menos comum para médicos, pode se tornar…

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Clínicas de beleza e estética na Reforma Tributária: como se preparar e evitar surpresas fiscais

A Reforma Tributária chegou para mudar a forma como os impostos funcionam no Brasil e, naturalmente, isso tem gerado insegurança para quem atua com clínicas de beleza e estética, especialmente no caso de quem administra clínicas de beleza e estética na Reforma Tributária, onde as regras ainda geram muitas dúvidas. Em meio à rotina cheia de atendimentos, gestão de equipe, compras de produtos e relacionamento com clientes, é normal que surja a dúvida do que de fato muda para o negócio. Além disso, as novas regras prometem alterar não só os nomes dos tributos, mas também a forma de cálculo, a geração de créditos e o impacto direto no caixa. Na prática, isso significa que decisões que antes pareciam simples, agora exigem um pouco mais de atenção e planejamento. Por isso, entender com antecedência como se preparar deixou de ser uma escolha e passou a ser uma necessidade, principalmente se você é gestor de uma clínica de estética na Reforma Tributária, cenário que exige ainda mais cuidado com a carga fiscal e o enquadramento tributário ideal. Ao longo deste artigo, você vai descobrir o que muda com a Reforma Tributária, quais cuidados tomar desde já e como evitar surpresas fiscais que podem comprometer o crescimento da sua clínica. Leia também: Salão-parceiro ou CLT? Qual o modelo mais vantajoso para estruturar sua equipe de beleza O que muda na carga tributária das clínicas de estética com a reforma? Com a aprovação da reforma tributária, a forma como clínicas de estética recolhem seus impostos passará por mudanças significativas nos próximos anos.  A principal novidade é a substituição de tributos como PIS, Cofins, ISS e ICMS por dois novos: CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). Na prática, isso significa que a carga tributária das clínicas de estética pode aumentar ou diminuir, tudo vai depender do regime atual, do volume de faturamento e da forma como os serviços são estruturados. Além disso, a forma de apuração será diferente, o que exigirá mais atenção ao emitir notas fiscais e calcular o repasse de tributos. Outro ponto importante é que o setor de estética, por prestar serviços considerados “não essenciais” na ótica fiscal, poderá enfrentar alíquotas menos vantajosas do que áreas prioritárias como saúde pública e educação. Leia também: Como funciona a retenção de impostos nos serviços de estética e saúde? Evite surpresas no seu caixa Simples Nacional continuará vantajoso para clínicas de beleza e estética? O Simples Nacional sempre foi a escolha de muitas clínicas de estética por oferecer uma tributação mais simples e unificada. No entanto, com a chegada da reforma tributária, é natural surgir a dúvida: esse regime ainda será a melhor opção? A boa notícia é que o Simples Nacional continuará existindo após a reforma. Porém, isso não significa que ele será automaticamente a alternativa mais vantajosa para todos. As mudanças nas regras e nas alíquotas de outros regimes podem tornar necessário reavaliar se continuar no Simples ainda é a melhor estratégia tributária. Além disso,…

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